05/outubro/2016

Oktoberfest testa novamente a crise econômica

Ano passado, a Oktoberfest não foi afetada pela crise econômica, assim como o turismo. E esse ano?


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FOTO: Denner William

Começa daqui a pouco a 33ª Oktoberfest. No momento da publicação deste texto, o desfile na Rua XV já está acontecendo e pode ser acompanhando pelo Facebook do Informe Blumenau.

A edição deste ano fecha os quatro anos da festa sob comando de Ricardo Stodieck. O ex-presidente da Acib assumiu o Turismo em 2013 afirmando que a intenção era tornar o setor menos dependente da Oktoberfest, apostando em outros eventos. Mas o carro chefe da cidade ganhou suas digitais, apesar de seguir uma linha parecida com a do antecessor, Norberto Mette. Com Stodieck, os preços subiram (principalmente aos sábados), o controle de público (obrigado pelo Ministério Público) ajudou na organização interna e a gastronomia ganhou um destaque ainda maior. No fim, as últimas Oktoberfests deram lucram ao governo municipal. A troca de cervejaria e a construção do Eisenbahn Biergarten fecharam o pacote.

Ano passado, em plena crise econômica no país, a Oktoberfest saiu ilesa. O que prejudicou foi a chuva, intensa durante todo o mês, com direito a enchente na última quinta-feira do evento. Esse ano, as previsões do tempo são muito melhores e espera-se mais público, mesmo sem um feriado prolongado. A crise continua esse ano, porém, o turismo já provou que continua sendo uma economia forte inclusive em tempos difíceis.

Nesse ano, a organização trouxe de volta o parque de diversões, algo que faz parte da história da festa. A última vez que os brinquedos estiveram na festa foi em 2010.

O Cidade Plural vai cobrir a Oktoberfest com a jornalista Camila Iara e a estudante de jornalismo Ana Paula Dahlke.

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