06/março/2018

Inauguração das esculturas “Os Gatos de Edith”

Quando: março 22, 2018@2:30 pm
Onde: Fundação Cultural de Blumenau, R. XV de Novembro, 161 – Centro, Blumenau – SC, 89010-001, Brasil

Oito esculturas alegres e lúdicas, representando gatos cheios de personalidade e que fizeram a diferença na vida da atriz blumenauense Edith Gaertner. Em março, o Horto Botânico da Fundação Cultural de Blumenau recebe as obras Os[…]


redacao@cidadeplural.com.br
Quando:
março 22, 2018@2:30 pm
2018-03-22T14:30:00-03:00
2018-03-22T14:45:00-03:00
Onde:
Fundação Cultural de Blumenau
R. XV de Novembro
161 - Centro, Blumenau - SC, 89010-001
Brasil
Custo
Grátis
Contato:
Fundação Cultural de Blumenau
Inauguração das esculturas “Os Gatos de Edith” @ Fundação Cultural de Blumenau | Santa Catarina | Brasil

Oito esculturas alegres e lúdicas, representando gatos cheios de personalidade e que fizeram a diferença na vida da atriz blumenauense Edith Gaertner. Em março, o Horto Botânico da Fundação Cultural de Blumenau recebe as obras Os Gatos de Edith, uma exposição permanente e pública, coordenada pelaproponente do projeto, Maria Goretti Campos (Gogo Casas), com participação das artistas do grupo Barbotina, de Blumenau. A cerimônia de inauguração das esculturas ocorre no dia 22 de março, às 14h30min, no Horto Botânico Edith Gaertner, na Fundação Cultural de Blumenau, com entrada gratuita e aberta ao público. A data de inauguração é uma homenagem a Edith Gaertner pela passagem dos 135 anos de nascimento, 22 de março de 1882, e, 50 anos de sua morte, 15 de setembro de 1967. O projeto Os Gatos de Edith é patrocinado pelo Fundo Municipal de Apoio à Cultura de Blumenau.

“A ideia desta exposição é consequência de um outro trabalho desenvolvido anteriormente que foi a Sittah, escultura em cerâmica e ferro, representativa de um dos nove gatos que tem seu túmulo citado no Cemitério dos Gatos. O sucesso deste trabalho nos levou a pensar em um desafio ainda maior: criar os outros oito gatos que estão representados nos túmulos do Cemitério dos Gatos, na FCBlu”, explica Gogo Casas.

A artista comenta que o processo de produção das obras foi um grande desafio para o grupo e ao mesmo tempo uma grande experiência. “A cerâmica é um material que, em se tratando de esculturas tão grandes, esbarra em uma série de questões técnicas como: peças grandes precisam de fornos grandes para serem queimadas e depois esmaltadas, peças muito grandes tem maior probabilidade de estourarem durante as queimas, entre outras questões que nos fizeram pensar nas possibilidades viáveis para uma obra de porte maior. O casamento com o ferro para levantar a estrutura e da argila usada na maioria das esculturas como módulos foi uma alternativa acertada”, diz.

As esculturas, decorrentes de projetos propostos pelas artistas do Barbotina foram elaboradas parte em ferro, parte em cerâmica. “A parceria com o serralheiro foi fundamental neste processo, cujo desafio foi executar a obra conforme o desenho proposto com segurança. Enquanto ele trabalhava com a parte de ferro das esculturas, nós trabalhávamos com a parte da cerâmica, sempre muito conectados. Vale ressaltar que este foi também um trabalho que exigiu um grande exercício democrático, já que todas podiam opinar sobre todas as esculturas e todas deveriam auxiliar na execução de cada uma”, afirma Gogo.

Os Gatos de Edith estarão espalhados pelo Horto Botânico à espreita do visitante, eles medem de 80cm a 1m70cm de altura. A estrutura é em ferro preto que contrasta com a cerâmica esmaltada nas cores amarela, laranja, azul e verde. Os gatos estarão identificados com seus respectivos nomes, com uma referência sobre cada um, e o nome da artista do grupo que o idealizou.

Essa ação artístico-cultural, com forte apelo turístico, remodela um espaço histórico com uma forte narrativa popular, reflete Gogo. “Os gatos que passam a integrar o Cemitério dos Gatos estão vivos, trazem alegria, incitam as crianças a correrem pelo espaço a procura dos bichanos. Os novos integrantes deste espaço estão vívidos de representações, cada um representa um personagem felino específico com personalidades muito próprias. Por isso acreditamos que este projeto pode suscitar novas ideias de continuidade e de parceria tanto para as crianças e professores que visitam o local quanto para os turistas de um modo geral”, conclui.

Redação Cidade Plural
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