01/abril/2018

Reflexões e novas vivências, conheça o Festival Não Vai Ter Coca

Serão mais de 20 atrações musicais, oficinas, cinema, karaokê e teatro


Editora do Cidade Plural/Estudante de Jornalismo na Furb

O evento nasceu com o propósito de ser um encontro de amigos e cresceu mantendo essas mesmas características. É nessa vibe de muito amor e alegria que, além de fomentar a arte e promover a interação entre artistas e público em geral, o Festival Não Vai Ter Coca se propõe a criar um ambiente propício para reflexões e novas vivências pautadas no convívio com a natureza, respeito e altruísmo.

Serão mais de 20 atrações musicais, oficinas, cinema, karaokê e teatro.

Em sua 6ª edição, o evento acontece entre os dias 31 de maio e 3 de junho, em São Francisco do Sul, litoral norte de Santa Catarina.

Entre as bandas já confirmadas estão: Mulamba, Tagore, Trabalhos Espaciais Manuais, My Magical Glowing Lens, Trombone de Frutas, Sixkicks, Calafate, Bike, O Sebbo, La Leuca, Bryan Behr, Monstro Amigo, Brasero, Caraná, Cuscobayo, Rueros e Loris, De um filho de um cego, Chico, Calendário Maia, Lost Pines, Atrás do Pensamento, Morbo y Mambo, Stall the Orage.

Confira abaixo a entrevista com um dos organizadores do evento, Marlon Miranda:

Ana Paula Dahlke: Como nasceu a ideia do festival?

Marlon: A ideia surgiu no ano de 2014 a partir da necessidade da criação e ou descoberta de um espaço que pudesse acolher e receber nossos amigos e amigos desses amigos. Na época a intenção foi fugir dos grandes, ou não, centros urbanos que estariam totalmente munidos e envolvidos do espetáculo chamado “Copa do Mundo”. E que este espaço pudesse ser uma aversão ao evento, mas que também um momento e local de resistência, de troca de conhecimentos, de reconhecimentos e de aproximações.

Ana: Quais bandas já passaram pelo festival nos anos anteriores?

Marlon: Nosso line musical já recebeu bandas como Francisco El Hombre, Trombone de Frutas, Skrotes, Confraria da Costa, O Grande Grupo Viajante, Mar de Marte, Apicultores Clandestinos, Black Papa…

Ana: “o festival se propõe a criar um ambiente propício para reflexões e novas vivências pautadas no convívio com a natureza, respeito e altruísmo”: a ideia foi inspirada em algum outro festival?

Marlon: A gente se inspira em alguns festivais, porque frequentamos e de lá meio que direta ou indiretamente pegamos algumas ideias, festivais como Pira Rural, Morrostock, Psicodália…

Ana: Como é a estrutura do festival?

Marlon: O sítio conta com um espaço para umas 600 pessoas bem abrigadas, estrutura de bar, cozinha, banheiros, lagoas, piscina e ainda é próximo da praia, uma caminhada de 2 quilômetros já dá pra conhecer algumas praias da região.

Ana: Quantas pessoas são esperadas?

Marlon: Estamos bem otimistas de que este ano teremos pelo menos 500 pessoas acampadas e que ficarão os 4 dias de festival.

Ana: Terá oficinas? Atividades? Quais?

Marlon: Sim terá algumas. Teremos ao menos 10 oficinas, das mais variadas áreas. Por exemplo, de acroyoga, outra sobre o uso cultural de plantas psicoativas, jogos teatrais, entre outras oficinas que ainda iremos divulgar. Além do espaço cinema e do karaokê que a galera adora. Também algumas intervenções durante o evento todo, como uma fada holográfica que irá circular entre o público a noite, o espetáculo “Biruta, nua e crua”, a Transvyadaji que em resumo é um projeto de duas artistas de Florianópolis (ambas travestis) que apresentam um pocket show performático com canções de compositoras travestis e várias músicas autorais, misturando circo-poesia.

Os ingressos podem ser adquiridos clicando aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *